Primeiro caso de Covid-19 registrado na Bahia completa 1 ano hoje; veja o que mudou - Falando com Autoridade
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06 março 2021

Primeiro caso de Covid-19 registrado na Bahia completa 1 ano hoje; veja o que mudou


Há exatamente um ano a Bahia registrava o primeiro caso do novo coronavírus.  Uma mulher de 34 anos, moradora de Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador. Na época, também era o primeiro registro da doença no Nordeste e o nono no país. Após isto, o vírus passou a demonstrar seu potencial sua vertente disseminadora. A primeira infectada passou a Covid-19 para a sua empregada doméstica, que, por conseguinte, transmitiu a doença para a mãe.  Diante das incertezas de como o vírus iria se proliferar e como tudo ainda era muito novo, nem sonhávamos em usar máscara na época em que foi feita a primeira notificação da doença no território baiano. Diferentemente de hoje, em que o uso do item é obrigatório para andar nas ruas, entrar em estabelecimentos comerciais ou trabalhar. Mas, andar com parte do rosto coberto não foi a única mudança que passou a ser realidade desde quando o primeiro caso da Covid-19 foi confirmado na Bahia. Decretos e mais decretos foram assinados. Mudanças constantes aconteceram no dia-dia do baiano, tivemos até que dá um até logo a eventos como o São João e conviver com o silêncio inimaginável do carnaval. Com o iminente colapso do sistema de saúde na Bahia, o governador Rui Costa (PT) endureceu as medidas e, em consonância com alguns prefeitos baianos, decretou toque de recolher em todo o estado, além do fechamento de atividades não essenciais em áreas específicas. E, 12 meses depois, a situação regrediu ao patamar mais urgente: são 12.353 mortes contabilizadas até o momento pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). No total, 706.375 pessoas já foram contaminadas pelo novo coronavírus na Bahia. Dos 22.233 casos ativos, 991 estão internados em leitos de UTI adulto exclusivos de tratamento da doença - estes números significam 87% de ocupação dos leitos, mesmo com a abertura gradativa destes espaços no estado. Para conter a demanda crescente na capital, o gestor anunciou que quatro unidades de saúde da família (USF) seriam convertidas em unidades Covid-19 para abrigar leitos clínicos. Já algumas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade passaram a receber leitos de terapia intensiva para suprir a demanda crescente.

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