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DENÚNCIA GRAVE: A ENFERMEIRA MARIANA CARDOSO RODRIGUES, ESPOSA DE VEREADOR CASSADO, RECEBE SALÁRIO NO DETRAN DE ITAPETINGA SEM TRABALHAR

A redação recebeu documentação oficial comprovando que a enfermeira Mariana Cardoso Rodrigues, esposa do vereador Diego Rodrigues, conhecido como Diga-Diga, teve sua nomeação publicada no Diário Oficial do Estado da Bahia no dia 9 de julho de 2024, para o cargo de Coordenadora III na 19ª Ciretran de Itapetinga, tendo tomado posse em 25 de julho de 2024, com salário de R$ 3.092,97 por mês.





Por meio de investigação jornalística realizada pela nossa equipe, foi constatado que Mariana não comparece ao local de trabalho desde que assumiu o cargo, embora continue recebendo normalmente. Ela atua como enfermeira em diversas unidades de saúde da região, acumulando funções e ignorando completamente suas obrigações no órgão estadual.

O cargo foi anteriormente ocupado por seu próprio marido, Diego Rodrigues, que se afastou para concorrer às eleições de 2024. Após isso, a vaga foi entregue à sua esposa, em um claro caso de sucessão familiar dentro de um cargo público comissionado.

De forma ainda mais preocupante, o cargo teria sido cedido por articulação política do ex-prefeito de Iguaí, Rony Moutinho, junto ao deputado federal Otto Alencar Filho (Otto Filho). A indicação, inicialmente para Diego, foi repassada para sua esposa após ele se tornar candidato.

O vereador Diego Rodrigues teve seu mandato cassado pela Justiça Eleitoral, mas segue ocupando o cargo enquanto recorre da decisão no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). Além disso, em 2024, ele foi preso pela Polícia Federal na Operação Overclan, que investiga desvios de recursos no Denocs.


A situação levanta questionamentos urgentes:

Quem está registrando o ponto da servidora que nunca comparece ao local de trabalho?

Como ela continua recebendo normalmente?

Quem, dentro da 19ª Ciretran, acoberta ou compactua com essa prática?

Há indícios claros de crimes e infrações graves, como:

Improbidade administrativa, por prejuízo ao erário e violação dos princípios da administração pública;

Falsidade ideológica, caso o ponto esteja sendo registrado de forma fraudulenta;

Peculato, pelo recebimento indevido de recursos públicos;

Nepotismo indireto, ao substituir o marido no cargo.

O caso exige intervenção imediata do Ministério Público da Bahia (MP-BA), da Ouvidoria Geral do Estado e da Corregedoria do Detran-BA. A população de Itapetinga e da Bahia espera uma resposta firme das autoridades.



Fonte.

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Edição: Edcarlos – Radialista/Jornalista
Registro Profissional (MTB): 0063962/SP



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