VAN FANTASMA NA CÂMARA DE MARAÚ: PRESIDENTE GILRAN SANTOS PAGA POR VEÍCULO QUE NUNCA APARECEU
O município de Maraú volta a ser manchete por suspeitas graves envolvendo a gestão do legislativo. O presidente da Câmara Municipal, Gilran Santos Santos, popularmente conhecido como “Marau”, firmou contrato no valor de 54 mil reais para locação de uma van média com capacidade mínima para 16 lugares. O problema é que o veículo jamais foi visto pela população.
O CONTRATO
No Extrato do Contrato nº 016/2025, publicado em Diário Oficial em 10 de abril, a Câmara de Maraú aparece como contratante e a empresa R Gomes de Assunção ME (CNPJ 48.370.667/0001-02) como fornecedora.
O acordo previa a locação da van por seis meses, equipada com ar-condicionado, cortinas e poltronas reclináveis, sem motorista, pelo valor global de 54 mil reais.
OS PAGAMENTOS
Apesar da ausência do veículo em Maraú, os pagamentos foram executados:
Processo de Pagamento nº 306 (29/07/2025): 9 mil reais autorizados em favor da empresa.
Ordem de Pagamento: assinada pelo presidente Gilran Santos Santos e pelo tesoureiro Joerick de Freitas Brito, confirmando a despesa.
Nota de Liquidação: confirma a prestação do serviço, citando a Nota Fiscal nº 38, emitida em 29/07/2025.
Nota de Subempenho (10/07/2025): reforça a locação da van no valor de 9 mil reais.
Comprovante de Transferência Bancária: pagamento efetivado em 29 de julho, com destino à conta da empresa R G Empreendimentos.
Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (29/07/2025): emitida em Presidente Tancredo Neves, onde a empresa tem sede, com referência ao contrato nº 016/2025.
O ESCÂNDALO
Na prática, os documentos mostram que a Câmara pagou pela locação da van, mas o veículo nunca circulou em Maraú.
Para críticos, trata-se de mais um contrato fantasma, um esquema que drena recursos públicos sob a justificativa de atender às necessidades administrativas da Câmara.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR
Se o dinheiro foi pago, onde está a van?
A população exige respostas do presidente da Câmara, Gilran Santos Santos, que agora precisa explicar como um contrato cheio de documentos oficiais se transformou em um caso suspeito de desvio e má gestão do dinheiro público.
Fonte: Edcarlos Radialista/Jornalista Investigativo – Registro Profissional MTB 0063962-SP









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