A Crise de Liderança em Potiraguá: A Necessidade Urgente de um Comando Efetivo
Desde que assumiu a prefeitura, o prefeito de Potiraguá, Elias Carvalho, já enfrentou duas cirurgias. A primeira ocorreu em janeiro de 2025, e a segunda, em janeiro do ano seguinte, foi uma cirurgia para a remoção de uma lesão cerebral. A saúde do prefeito sofreu um sério impacto, resultando em comprometimento das funções motoras, dificuldades de raciocínio e paralisia do lado esquerdo (braço e perna), o que o tornou dependente de uma cadeira de rodas para se locomover.
Nesse contexto, a administração municipal tem sido, de maneira inconstitucional, conduzida por membros de sua família, igual época da monarquia, especialmente por Gilvana, apelidada de “dama de ferro”, e seu filho, Eduardo. Essa situação contraria o que estabelece o artigo 76 da Constituição Federal, que determina que, na ausência do prefeito, o vice-prefeito deve assumir a administração municipal.
Sem uma liderança efetiva, a cidade enfrenta um período de descontrole e falta de direção. Atividades institucionais, como a visita do governador à região, têm sido relegadas a segundo plano, evidenciando a ausência de Potiraguá nas ações governamentais. Na semana passada, enquanto o governador inaugurava obras e anunciava novos projetos em cidades vizinhas como Itarantim, Macarani e Itapetinga, Potiraguá ficou fora do roteiro.
É imprescindível que a saúde do prefeito se restabeleça, mas a cidade não pode permanecer sem liderança. De acordo com o artigo 78 da Constituição, é urgente que o vice-prefeito, Gegel, assuma a gestão municipal até que o prefeito esteja apto a retornar ao cargo. A necessidade de uma administração competente é vital para o futuro de Potiraguá.

Essa essa reportagem muito maldosa.
ResponderExcluirDizer que a cidade está sem liderança é uma mentira, enquanto o prefeito se restabelece, o secretariado escolhido por ele, segue administrando a cidade!
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