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PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: QUAL É O REAL ESTADO DE SAÚDE DO PREFEITO ELIAS CARVALHO, DE POTIRAGUÁ?

O próprio presidente fala da ausência de Elias e de buscar auxílio de Eduardo.



A situação administrativa do município de Potiraguá tem gerado questionamentos cada vez mais frequentes entre moradores da sede e dos distritos de Itaimbé e Gurupá-Mirim.

Desde o início do mandato, em janeiro de 2025, o prefeito Elias Carvalho, eleito para conduzir os destinos do município, não tem exercido plenamente suas funções. Segundo informações amplamente conhecidas na cidade, o gestor enfrenta sérios problemas de saúde, decorrentes de uma cirurgia após lesão cerebral, o que teria comprometido suas condições físicas — estando em cadeira de rodas — e também levantado dúvidas sobre sua capacidade plena de atuação administrativa.

Diante desse cenário, surge um ponto ainda mais preocupante: o silêncio da Câmara de Vereadores.

Mesmo com a Constituição Federal do Brasil e a Lei Orgânica do Município prevendo claramente a possibilidade de licença médica e afastamento do prefeito para tratamento de saúde, garantindo inclusive o recebimento do salário durante o período, nenhuma medida concreta foi discutida ou adotada pelos vereadores até o momento.

A pergunta que fica é direta:

por que os vereadores ainda não colocaram esse tema em pauta na Casa do Povo?

A omissão levanta suspeitas e abre margem para interpretações políticas. Afinal, em caso de afastamento legal, quem assume o comando do município é o vice-prefeito — como determina a legislação.

Outro ponto que merece atenção é o que diz a Lei Orgânica Municipal. De acordo com o Artigo 98, inciso I, qualquer eleitor pode apresentar denúncia que pode levar à abertura de processo de cassação do mandato do prefeito, cabendo à Câmara Municipal julgar o caso.

Ou seja, o que hoje parece silêncio institucional pode, a qualquer momento, se transformar em crise política.

Fica o alerta aos vereadores: a responsabilidade não é apenas política, mas também institucional. A omissão diante de um fato público e notório pode cobrar seu preço.

A população de Potiraguá segue acompanhando — e cobrando respostas.

E a pergunta continua: até quando o silêncio vai prevalecer?

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